BEM VINDOS

FERRAMENTAS PARA QUE LÍDERES DESENVOLVA O SEU MÁXIMO POTENCIAL, DEIXE SEU COMENTÁRIO SOBRE O QUE ESTA LENDO
Mostrando postagens com marcador Ferramentas de Evangelismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ferramentas de Evangelismo. Mostrar todas as postagens

16 de set. de 2013

EXCELENTES RECURSOS

Quando as pessoas pensam alcançar um determinado alvo ou sonho, frequentemente elas iniciam essa trajetória verificando os seus recursos, a fim de determinar se podem ou não obter ou alcançar aquilo que desejam. É sábio agir dessa maneira. Mas onde a maioria das pessoas falham, nessa fase da empreitada, é que elas tendem a se concentrarem na utilização dos recursos errados.

Exemplo: de modo geral, a maioria das pessoas se concentram na questão financeira. Para elas dinheiro é fundamental e se perguntam: “Quanto dinheiro eu tenho?” Óbvio que temos que ter os recursos financeiros, mas o dinheiro – ao contrário do que muitos pensam – não é o maior de todos os recursos. Na realidade existem outros recursos que são mais importantes e com toda certeza, muito mais impactantes que dinheiro

Dê uma examinada na pequena lista que lhe dou abaixo. Se você tiver dinheiro, mas não tiver essas qualidades, você não irá muito longe, ainda que tenha todos os recursos financeiros disponíveis. Por outro lado, se você tiver essas qualidades, mas ainda existirem carências no departamento de dinheiro, mesmo assim você poderá ir em busca e, eventualmente, alcançar o sonho ou alvo desejado.

1. Desejo.
O primeiro passo rumo a realização de um sonho, de um alvo a ser alcançado, tem como base e fundamento o desejo de realmente alcançá-lo. Por desejo, quero dizer, uma pré-disposição de pagar um preço, ainda que alto para conquistar o que deseja ser conquistado; em outras palavras, é ter no coração aquele fogo que não é consumido em tempo algum. Assemelha-se à atitude do personagem de Alex Houxley da série “Raízes” em que o seu maior desejo na vida era sentir o gosto da tão sonhada liberdade e se ver livre das cadeias e da argola de escravo que carregava em seu pescoço.

29 de mar. de 2013

O Uso Correto Do Dia Do Senhor


Stuart Olyott

As pessoas não-convertidas não têm grande interesse no uso correto do Dia do Senhor, e inúmeros crentes se mostram confusos a respeito deste assunto. Esta confusão permanecerá enquanto não levarmos em conta os seguintes fatos importantes.
QUAIS SÃO ESTES FATOS?
1. Quando a Bíblia usa o termo “sabbath”, ele não significa “sábado”. “Sabbath” não é o nome de um dia da semana. A palavra é usada para descrever um tipo de dia, um dia de descanso do trabalho. Em todo o Antigo Testamento, os anos tinham 365 dias, e todo ano começava em um dia de “sabbath” (Lv 23.4-16). Outras datas fixas nunca podiam ser “sabbath” (Êx 12.1-28; Lv 23.15). Para fazer com que isso acontecesse, o calendário tinha de ser ajustado regularmente. A História nos ensina que isso era feito por acrescentar ao ano “sabbaths” extras que ocorriam consecutivamente. Identificar “sabbath” com o dia de sábado é um erro.  Foi apenas depois do ajuste definitivo do calendário judaico, em 359 D.C, que os “sabbaths” dos judeus passaram a cair sempre no dia que agora chamamos de “sábado”.
2. O “sabbath” [descanso] não é uma instituição judaica. Deus o instituiu na criação (Gn 2.1-3). É um dom de Deus para ahumanidade (Mc 2.27).
3. Em certo aspecto, os Dez Mandamentos são diferentes de todas as outras leis encontradas nas Escrituras. Deus os escreveu com o seu próprio dedo. O Quarto Mandamento dEle é positivo, o mais comprido e o mais detalhado dentre os dez, fazendo uma ligação entre os aspectos divino e humano, moral e cerimonial da Lei (Êx 20.8-11; 31.18).
4. O “sabbath” era importante para nosso Senhor Jesus Cristo. A Bíblia não nos fala muito sobre os hábitos de Jesus, mas diz que Ele
tinha o costume de ir à sinagoga no “sabbath” (Lc 4.16). Jesus anunciou que era Senhor do dia de “sabbath” (Mc 2.28). Dizer que o “sabbath” não existe mais é uma negação do senhorio de Cristo.

5. O Senhor do “sabbath” transferiu este dia para o primeiro dia da semana. Este foi o dia em que Ele ressuscitou dos mortos (Jo 20.1-18), apareceu aos discípulos (Jo 20.19, 26) e derramou o seu Espírito (At 2.1).
6. Os apóstolos e a igreja primitiva guardavam com distinção o primeiro dia da semana (At 20.7; 1 Co 16.2). Para evitar confusão, o Novo Testamento Grego chama o sábado judaico de “sabbath” e o primeiro dia da semana de “o primeiro dos sabbaths” (na tradução em português “o primeiro dia da semana” - Mt 28.1; Mc 16 2, 9; Lc 24.1; Jo 20.1,19; At 20.7; 1 Co 16.2). Algumas pessoas crêem que isto é apenas uma expressão idiomática grega significando apenas “o primeiro dia do ciclo da semana”. Contudo, não existe quase nenhuma evidência para isto. Temos de encarar os fatos: o primeiro dia da semana é um “sabbath”. Também conhecido como “o dia do Senhor” (Ap 1.10).
7. Durante toda a história da igreja, o domingo tem sido observado como o “sabbath” dos cristãos. A evidência documental é unânime e retrocede a 74 D. C. Durante as piores perseguições, perguntava-se aos suspeitos de serem cristãos: “Dominicum Servasti?” (Você guarda o dia do Senhor?) Os verdadeiros crentes respondiam: “Eu sou um cristão, não posso deixar de fazer isso?” O que os crentes responderiam hoje?
8. É realmente imoral não guardar o Dia do Senhor. O Quarto Mandamento, que nos recorda isso, está em um código que proíbe a idolatria, o assassinato, o furtar, o mentir e o cobiçar. O Quarto Mandamento nunca foi anulado, e nunca o será (Mt 5.18). Quebrar um mandamento da Lei significa tornar-se culpado de todos os demais (Tg 2.10). A violação do dia de descanso traz o juízo de Deus (Ne 13. 15-22).
9. O domingo, o dia do Senhor, é um dia de regozijo e satisfação (Sl 118.24; 112.1). A Palavra de Deus chama-o de deleite (Is 58.13). Deus nos deu esse dia como uma bênção para todos nós (Mc 2.27-28). Falando sobre a época evangélica, Isaías diz: “Bem-aventurado o homem que... se guarda de profanar o sábado” (Is 56.2).
10. As bênçãos do Dia do Senhor são visíveis a todos: recorda aos homens e mulheres caídos que existe um Deus a quem eles devem adorar; dá aos crentes a oportunidade de se reunirem ao redor da Palavra e, assim, mantém a vida espiritual deles; fornece oportunidades para a pregação do evangelho; fortalece os laços familiares; permite que toda a nação descanse; promove a saúde... e a lista poderia continuar.
11. No Antigo Testamento, homens piedosos, como Moisés, Amós, Oséias, Isaías, Jeremias, Ezequiel e Neemias, contenderam com as pessoas por causa do dia de descanso. A história da igreja está repleta de outros que fizeram o mesmo. O que nos impede de seguir o exemplo deles?

COMO DEVEMOS USAR O DOMINGO?
Com estes fatos em mente, podemos ver que, para nós, o domingo é o dia de descanso ordenado por Deus. É o dia que incorpora tudo o que é permanente e universal no Quarto Mandamento. Então, como devemos usá-lo? Para responder esta pergunta, temos de falar tanto negativa como positivamente.

OQUE NÃO DEVEMOS FAZER
Não devemos imitar os fariseus.

O dia de descanso tem sua origem na Criação. Por um tempo, usou as vestes do Antigo Testamento. No entanto, agora está com uma roupagem do Novo Testamento. Isto significa que não podemos impor ao dia de descanso as regras mosaicas que já passaram, tais como as que encontramos em Êxodo 35.2-3 ou Números 15.32-36. Não devemos ter em mente uma lista de faça e não faça, tal como se lê em Mateus 12.1-2. À legislação de Moisés, os fariseus acrescentaram todo tipo de regras deles mesmos. Para os fariseus, esfregar o grão na mão era o mesmo que debulhá-lo. Eles também tinham regras a respeito de quanto peso se devia carregar e quão distante se podia caminhar no dia de descanso. Por trás de todas as regras dos fariseus, havia uma mentalidade que não tem qualquer lugar na vida de um crente do Novo Testamento.
Não devemos trabalhar.
Na Bíblia, a palavra “trabalhar” significa muito mais do que ganhar a vida. Também se refere aos deveres de nosso dia-a-dia, à nossa recreação e ao pensamento que motiva estas coisas. Quanto for possível, todas estas coisas têm de ser colocadas de lado, tanto por nós como por aqueles pelos quais somos responsáveis. Devem ser colocadas de lado não porque somos pecadores ou impuros, e sim porque Deus nos ordenou que as fizéssemos nos outros seis dias da semana (Êx 20.8-11).
Não devemos ficar ociosos.
O descanso de Deus, após a Criação, não foi inatividade, e sim o cessar um tipo de atividade (Jo 5.17). O domingo deve ser um descanso santo que nos faz cessar um conjunto de objetivos, para que sigamos outro conjunto de objetivos bastante diferentes. Não é um dia para vadiarmos por aí.

O QUE DEVEMOS FAZER
Devemos nos reunir com outros crentes.

Devemos nos reunir, tanto for mal como informalmente (At 2.1; 20.7; Jo 20.26). A Bíblia não delineia algum tipo de lista de atividades para o domingo, mas o princípio é claro.  O domingo não é um dia para gastarmos sozinhos ou somente com a família.
Devemos nos reunir especificamente para a edificação, ou seja, para edificarmos uns aos outros nas coisas de Deus. De tudo o que fizermos com este objetivo, o ensino da Palavra e a Ceia do Senhor são o mais importante (Atos 20.7).
Devemos evangelizar.
O Dia de Pentecostes começou com uma assembléia que visava à ajuda e ao encorajamento mútuos, mas a vinda do Espírito também consagrou aquele dia à evangelização.  A vinda do Espírito Santo pode ser vista como um penhor de sua bênção nesta conexão (At 2).
Devemos nos envolver em obras de misericórdia.
É lícito fazer o bem no domingo, especialmente salvar vidas, curar e trabalhar pelo bem-estar espiritual dos outros (Lc 6.9; Mt 12.5; Lc 13.10-17; 14.1-6; Jo 5.6-9, 16-17). O domingo comemora o maior ato de misericórdia de todos os tempos.  Todos podemos pensar em incontáveis maneiras de fazer o bem às pessoas, mas este aspecto da observação do domingo é amplamente esquecido. Aqueles que acham o domingo “monótono” quase sempre são pessoas que se tornaram egoístas.
Devemos nos envolver em obras necessárias.
Não podemos limitar isso apenas àquelas coisas necessárias à nossa sobrevivência, visto que, se assim fosse, passaríamos o dia somente respirando. O dia de descanso foi criado para o homem — em outras palavras, foi criado para o bem-estar do homem. Não há qualquer conflito entre guardar o domingo e seguir os nossos melhores interesses (Mt 12.1-8, 11-12). Continue, desfrute do domingo! Além das atividades já mencionadas, reúna-se com os amigos, prepare boa refeição para eles, converse, caminhe, sorria, ore, admire a criação de Deus e vá para a cama tendo um coração grato e contente.
This article is provided courtesy of Gospel Translations--a non-profit organization whose mission is to make gospel-centered resources accessible for Christians of every nation and language. They hope Christians everywhere will be able to learn about the gospel in their own languages and without financial impediments. They believe that increasing the accessibility of gospel-centered teaching will help local churches everywhere to lay strong doctrinal foundations, and that those strong churches will in turn bring much glory to our common Savior, Jesus Christ.

29 de out. de 2012

O desafio da evangelização


É comum se ouvir que os desafios à evangelização mundial são: a contra-ofensiva satânica, as culturas fechadas ao evangelho, a perseguição da Igreja, os escassos recursos
econômicos e financeiros da Igreja, dentre outros. Entretanto, Jesus afirmou que as portas do inferno não prevaleceriam contra sua igreja em marcha (Mateus 16.18). Sendo assim, o
maior desafio da evangelização é a mobilização dos evangelistas. O maior desafio da evangelização é a sensibilização dos cristãos para as necessidades daqueles que vivem sem Cristo, separados da comunidade de Israel, sendo estrangeiros quanto às alianças da promessa, sem esperança e sem Deus no mundo (Efésios 2.11-12). O maior desafio à evangelização mundial não está na seara, mas em encontrar trabalhadores para a seara. Jesus manifesta este grande desafio de três maneiras. Vejamos:

Missões é questão de obediência



Há coisas que são facultativas para uma igreja, como, por exemplo, a construção
de templos. Em muitos lugares as igrejas se reúnem em lares, em tendas, debaixo de
árvores, em dependências emprestadas ou alugadas. Contudo, missões é mandamento de
Jesus e cabe à igreja obedecê-lo. Falar de “igreja missionária” é redundância, pois o
significado original da palavra “igreja” é: a comunidade daqueles que são chamados para fora.

23 de jul. de 2012

O Conceito de Discipulado de John Wesley


A igreja não muda o mundo quando gera convertidos, mas quando gera discípulos.
John Wesley
Acerca da necessidade do discipulado, ele escreveu em seu diário em 13/03/1743:
“Pelas terríveis condições que testemunhei aqui (e deveras em todas as partes da Inglaterra), estou cada vez mais convencido de que o diabo não deseja outra coisa senão isto: que o povo em qualquer parte seja meio acordado1, e depois deixado para cair no sono novamente. Portanto, estou resolvido, pela graça de Deus, a não iniciar o trabalho em qualquer lugar sem a probabilidade de conservá-lo”.
John Wesley era defensor do discipulado radical e era extremamente preocupado com a fé do novo convertido.

27 de jun. de 2012

Um pedido aos missionários brasileiros

Amigo missionário brasileiro,
Ao escrever, presumo que agência e igreja são parceiras nas decisões de envio e acompanhamento de nossa atuação missionária.
Encontro-me regularmente com líderes e missionários. Percebo que a nossa força missionária tem muitos pontos positivos. Mas manifesta-se numa minoria comportamentos bem independentes, ao tornarem-se agenciadores de novos missionários. Nesse caso, passam a facilitar a chegada de novos missionários, sem que estes passem pelos critérios de seleção, treinamento/orientação e envio de agências estabelecidas e experientes. O resultado deste comportamento independente costuma ter inúmeras dores de cabeça que poderiam ser evitadas. Não estou dizendo que o envio por boas agências sempre dá certo, mas as falhas são bem menos frequentes. Quando missionários recebem novos missionários, sem processá-los via estruturas enviadoras, na prática, fazem o seguinte:

1) Desonram os centros de treinamento e de envio do Brasil, passando o recado implícito de que possuem pouco valor. Ou seja, as pessoas podem ir de qualquer jeito.

2) Adicionam casos trágicos que levam pessoas a pensar que no Brasil não somos sérios, quando, na verdade, a empreitada problemática não passou por critérios estabelecidos de ministérios respeitados.

3) Implicitamente, endossam independência como valor cristão. Sabemos que pessoas que não prestam conta a líderes costumam gerar uma série de problemas para eles próprios e para outros.

Por isso, com humildade, peço aos missionários do Brasil que recusem a tentação de agirem como se fossem agências missionárias. Deixem que as agências sejam agências. E que a força missionária brasileira seja uma força atuante no campo, no papel designado por Deus. Entendo que assim, funcionando como Corpo em comunhão, cada um no seu papel, produziremos mais para a glória de Deus.

Silas Tostes é presidente da AMTB (Associação de Missões Transculturais Brasileiras) e diretor da Missão Antioquia.

29 de abr. de 2012

A parábola dos pescadores sem peixe



Aconteceu que havia um grupo chamado pescadores. E eis que havia muitos peixes em todas as águas lá. Na verdade, toda a área foi cercada por rios e lagos cheios de peixes. E os peixes estavam com fome.
Cada ano, o grupo de pescadores se reuniram e falavam sobre a sua chamada para pescar os peixes, e como pegá-los.
Sempre à procura de novas definições e melhores formas de pesca. Eles patrocinaram caros congressos de âmbito nacional e mundial para discutir a pesca, a promovê-lo, e ouvir os novos métodos de pesca.
Estes pescadores construiu grande e bonito edificio chamado "A Sede dos Pescadores." O apelo foi que "Todos deveriam ser pescadores e pescadores devem pescar." Mas uma coisa eles não faziam, eles não pescavam.
Eles organizaram um conselho para enviar a locais onde os pescadores estavam.Esse conselho foi formado por pessoas com grande visão e muita coragem para falar da pesca, definir e promover a ideia da pesca em rios e lagos longínquos, onde os peixes vivem.
Além disso, a diretoria contratou funcionários e comitês nomeados. Eles tiveram muitas reuniões para definir a pesca, para defendê-lo e decidir quais os fluxos não eram importantes. Mas os membros da equipe e da comissão não pescam.
Centros de formação caros foram construídos para ensinar pescadores a pescar.Aqueles que ensinou tinha doutorado em pescalogia, mas esses professores não pescam. Eles só ensinam sobre a  pesca. A cada ano, os formandos são enviados para pescar em tempo integral, e outros para águas distantes, cheias de peixe.
Além disso, os pescadores construíram casas de impressão para publicar guias de pesca. Um alto-falante do gabinete foi fornecido para agendar tema especial de pesca.
Muitos dos que sentiram o chamado para ser pescadores reagiram e foram enviados longe para os pescar. Mas os pescadores nunca tinham pescado em sua terra.

Depois de uma reunião convocada "a necessidade de Pescar", um jovem deixou a reunião e foi pescar. No dia seguinte, ele percebeu que tinha apanhado dois bons peixes real. Ele foi homenageado por sua grande conquista e agendado para visitar todos os grandes encontros possíveis para explicar como ele fez isso.
Então, ele desistiu de pescar para ter tempo para contar a sua experiência com outros pescadores.
Eles questionaram a utilidade da participação em reuniões, onde eles falaram sobre a pesca. Afinal, eles estavam seguindo o Mestre que disse: "Siga-me, e eu vos farei pescadores de homens". Certo?
Imagine-se de tal maneira eles foram ofendidos quando num dia alguém sugeriu que os que não pescam pescados não são verdadeiros pescadores... sem ter em conta que se chamavam pescadores. Ainda que, esta acusação soa correcta. ¿É uma pessoa um pescador se ano após ano não pesca pescados?

15 de jun. de 2011

4 Perigo do líder cristão

Por Pastor David Cauracuri, dcauracuri@hotmail.com, Lima, Peru. D. Cauracuri é o presidente do CONNPE no Peru e diretor da Associação Cristã Bíblica do Peru.
1. A auto-piedade.
"Mas Pedro, tomando-o, e começou a repreendê-lo, dizendo:. Senhor tenha misericórdia de você, de forma alguma isso irá acontecer" Mateus 16:22
Pedro com uma generosa indignação, ele diz ao professor que não ir a Jerusalém, porque o sofrimento deve ser evitado. Jesus repreende e diz a seus discípulos: "Se alguém quer vir após mim, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga". Ser um líder inclui investir nossas vidas nos outros, se dispuseram a levar a cruz de compromisso e responsabilidade. O Senhor não precisa de fãs, os líderes não precisam se refugiar em auto-piedade, mas com coragem e convicção estão dispostos a enfrentar as adversidades e se necessário sofrer para o evangelho. Não buscam apenas o conforto dos nossos, vamos ser secretária pastores e assumir o desafio do nosso ministério como pastores da área. Embora a cruz é pesada demais homenagear uma carga, Jesus carregou a sua cruz, agora cabe a nós para levar a nossa própria cruz.
2. Indulgência.
"Aquele que diz estar nele, também deve andar como ele andou." 1 João 2:6Temos a obrigação de imitar Jesus, incluindo duas características marcantes: a humildade e abnegação. Como facilmente nos entregamos nós mesmos e que o diabo sussurra aos nossos ouvidos nos convencer que nós merecemos um pouco de luxo. Por exemplo: fazer a nossa devoção diária, porque estamos tão ocupados em nosso ativismo ministerial, sem medir o risco de vício na mania do evento. Outras vezes somos indulgentes com as finanças, ao invés de entregar-se priorizar as nossas despesas e refugiar-se na desculpa de que o Senhor proverá, esquecendo que o Senhor não abençoa aqueles bagunçado. Porque nós somos condescendentes com tardia? Por que somos tolerantes com a improvisação? Por que nos entregamos a nossa falta de responsabilidade? Por que são indulgentes com a pirataria? Por que nos entregamos a nossa falta de ética cristã?
3. Antropocentrismo.
"E não sou eu que vivo, mas Cristo vive em mim. E a vida que agora vivo na carne, vivo pela minha fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim ". Gálatas 2:20Nossos líderes cristãos não têm qualquer impacto ou influência onde nós estamos como o centro das atenções. Nossa liderança deve ser centrada em Cristo e não antropocêntrica, devemos entender que ninguém reivindica a glória que pertence somente ao nosso Senhor Jesus Cristo. Não deixe a arrogância nos dominam, lembre-se que somos chamados a ser Christopher e CRISTOFILOS.
4. Exclusivismo.
"Melhor é serem dois do que um, porque você sair a maioria dos seus trabalhos. E se um deles cai, o outro sobe. Mas ainda há caindo sozinho, sem ninguém para ajudá-lo "Eclesiastes 4:9-10Não há espaço para "rangers solitário" não é possível desenvolver o nosso ministério de forma isolada e exclusiva. O fracasso de muitos líderes é que Satanás convenceu-os a trabalhar sozinho. Nós todos precisamos, ninguém deve sentir-se indispensável, não esperar que todos pensem como nós, a diversidade é uma riqueza que é preciso coragem. Patrocinou uma cultura de trabalho em equipe, se você quiser chegar rápido andar sozinho, mas se você quiser ir longe, caminhar juntos. É hora de honrar a Deus com nossas vidas, buscar partidas ministerial, precisamos mostrar que Deus mudou as nossas vidas e nós somos uma nova geração de líderes cristãos dispostos a praticar o "amor não fingido". Essa figura imaculada mestre infusão Galiléia líderes cristãos para influenciar a vida nacional.A Bíblia menciona vários personagens que foram muito exclusiva e Balaão, o profeta solitário e repreendeu prazo gananciosos, Sansão, um juiz que lutou sozinho, mas o final foi muito triste, Jonas, rebelde renegón profeta e que a sua desobediência, começou a caos para uma tripulação inteira causando enormes prejuízos. A lista é enorme, mas Jesus fez a diferença para o seu desenvolvimento ministério com 12 discípulos.Essa exclusividade não leva a menosprezar os outros, aprender a ser escudeiros do outro. Hoje, o Senhor precisa de um exército de líderes que trabalham em conjunto para influenciar a sociedade, as bolsas de pastoral deve estar patrocinando o esforço pastoral corporativo, para que todos possam ver que: Juntos Somos Melhores!